
Em meio a um cenário político marcado por disputas ideológicas e debates intensos sobre a política fundiária na Amazônia, o advogado Diogo Franco começa a despontar como um nome em ascensão entre produtores rurais do Pará. Com atuação consolidada no Direito Agrário, ele é apontado por apoiadores como uma voz técnica e combativa na defesa do setor produtivo.
Desde a infância manteve laços estreitos com Canaã, cidade que conhece desde a época do Cedere 2.
“Na década de 90 era aqui que a gente vinha com o arroz em casca na garupa da mula pra limpar arroz no João da Máquina. Vi esta cidade nascer e crescer.” rememora o advogado.
O Pará, um dos principais polos agropecuários do país, tem historicamente sua bancada federal dividida entre pautas ambientais e produtivas. Nesse contexto, a possível candidatura de Diogo Franco surge, segundo aliados, como uma alternativa para fortalecer a defesa do direito de propriedade, da segurança jurídica no campo e de políticas voltadas ao desenvolvimento rural.
“Mesmo sendo o Pará o estado de maior potencial agrícola do país, não temos nenhum deputado federal que foi criado no lombo do burro e conhece com propriedade a realidade do homem do campo”, afirmou o advogado, ao comentar a necessidade de maior representatividade do setor em Brasília.
Com atuação em diferentes regiões do estado, Franco ganhou notoriedade ao defender produtores em áreas de conflito fundiário, incluindo casos relacionados às extensões Apyterewa, Cachoeira Seca e Ituna-Itatá. Seu trabalho envolve questionamentos a laudos antropológicos, debates sobre garantias constitucionais de propriedade e críticas a processos de desintrusão que considera desproporcionais.
Além da atuação nos tribunais, o advogado mantém presença ativa nas redes sociais, onde divulga posicionamentos jurídicos e comenta decisões judiciais. O discurso crítico às gestões federal e estadual alinhadas à esquerda tem reforçado sua identificação com uma base conservadora e com segmentos do agronegócio.
Para apoiadores, sua experiência prática no campo jurídico e sua origem rural o credenciam a representar o agronegócio paraense no Congresso Nacional. Aliados afirmam que ele “conhece a realidade do produtor porque está dentro dos processos, defendendo quem produz”.
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