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Brasil APOSTAS MANIPULADAS

Justiça torna Bruno Henrique réu por estelionato

Bruno Henrique, do Flamengo, se torna réu por estelionato em investigação de manipulação de apostas. Defesa promete recorrer da decisão do TJDFT.

05/12/2025 às 05h57 Atualizada em 07/12/2025 às 09h33
Por: Redação Fonte: André Richter - Repórter da Agência Brasil
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Bruno Henrique, do Flamengo, se torna réu por estelionato em caso de manipulação de apostas | Gilvan de Souza/CRF
Bruno Henrique, do Flamengo, se torna réu por estelionato em caso de manipulação de apostas | Gilvan de Souza/CRF

A Justiça do Distrito Federal decidiu, nesta quinta-feira (4), tornar o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, réu pelo crime de estelionato. A acusação está relacionada à investigação que apura a suposta participação do atleta em um esquema de manipulação de apostas na internet (Bets).

O jogador é investigado por ter forçado um cartão amarelo no jogo contra o Santos, no Campeonato Brasileiro de 2023, em Brasília, para beneficiar parentes dele que faziam apostas. Além do atleta, amigos e familiares também foram denunciados.

A decisão foi tomada pela 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). O colegiado aceitou um recurso do Ministério Público para que o jogador também responda a um processo por estelionato.

Em julho deste ano, Bruno Henrique se tornou réu na primeira instância pela acusação de fraudar resultado de competição esportiva. Contudo, o juiz responsável pelo caso rejeitou a parte da denúncia que acusava Bruno Henrique de estelionato.

Após a decisão, o Ministério Público (MP) recorreu da decisão e o recurso foi julgado hoje.

Defesa

Procurada pela Agência Brasil, a defesa do jogador disse que vai recorrer da decisão para demonstrar o equívoco da denúncia do MP.

“A defesa do atleta Bruno Henrique recebeu com indignação a notícia do julgamento que acatou recurso do MPDFT para abrir ação penal quanto a um suposto crime de estelionato, fato que contraria decisão fundamentada do juiz de primeira instância”, disse a defesa.

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