
Para milhões de trabalhadores que contam com o Abono Salarial como um reforço essencial na renda do início do ano, 2026 volta a surgir no horizonte como um período de expectativas.
As discussões sobre o novo salário mínimo e as regras de liberação do PIS/Pasep movimentam o governo, os bancos pagadores e quem depende desse dinheiro para aliviar o orçamento apertado.
O PIS, pago pela Caixa, e o Pasep, sob responsabilidade do Banco do Brasil, continuam cumprindo a função de custear o Abono Salarial destinado aos trabalhadores de baixa renda, benefício apelidado de “14º salário” por muitos brasileiros.
Para 2026, o valor seguirá diretamente vinculado ao piso nacional que será definido em dezembro de 2025. Hoje, as estimativas apontam que o salário mínimo pode alcançar R$ 1.631, mas o número só será confirmado no fim do ano.
Assim como em ciclos anteriores, ninguém recebe automaticamente o valor cheio. O pagamento depende do total de meses trabalhados com carteira assinada em 2024, ano-base utilizado para os depósitos de 2026.
Alguns grupos seguem de fora do benefício: empregados domésticos, autônomos, trabalhadores informais e profissionais contratados por pessoa física sem CNPJ.
O calendário só será divulgado após a reunião do Codefat marcada para novembro de 2025. Até o momento, o Ministério do Trabalho não prevê mudanças significativas nas regras de elegibilidade, mas espera aprimorar fluxos internos da RAIS e do eSocial para facilitar o pagamento digital.
A verificação pode ser feita tanto pelo aplicativo quanto pelo portal da Carteira de Trabalho Digital. Basta acessar com login Gov.br, entrar no menu “Contratos” e buscar o vínculo mais recente. O sistema mostra o número do PIS/Pasep e, quando disponível, o valor do benefício.
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